Foto: Belmond / Reproduçãox
Em setembro, o Guia Michelin publicou a seleção de hotéis de 2026. São 2.832 hotéis com Chave no mundo, e só 155 chegam a Três Chaves, a nota máxima.
No Brasil, são só dois nesse patamar: o Rosewood São Paulo e o Hotel das Cataratas, da rede Belmond, em Foz do Iguaçu. Ambos receberam a nota máxima na primeira seleção brasileira, em 2025, e mantiveram em 2026.
A escala do guia vai de Uma Chave, para uma estadia muito especial, a Três, para uma extraordinária. Os inspetores entram anônimos e avaliam o serviço, a personalidade da casa e o quanto ela entrega pelo que cobra. Ser o mais caro não garante nada.
O que ninguém mais tem
O prédio, de 1958, tem 193 quartos e 15 suítes. Mas o que faz dele único fica do lado de fora. É o único hotel dentro do Parque Nacional do Iguaçu, e a trilha das cataratas começa do outro lado da rua.
O parque abre às 9h e fecha às 17h. Fora desse horário, as cataratas são exclusivas dos hóspedes. Você caminha até a Garganta do Diabo ao nascer do sol, sem ninguém na passarela, e volta ao entardecer, quando os ônibus já foram embora. Quem já fez a trilha com o parque lotado sabe o tamanho dessa diferença.
Entre uma caminhada e outra, o hotel organiza um piquenique ao pôr do sol no gramado e um voo de helicóptero de 10 ou 35 minutos por cima das quedas.
Quanto custa o que não se compra
A diária começa em torno de US$ 625 e passa de US$ 850 nos quartos Deluxe. Não muito diferente do que sairia uma noite nos melhores hotéis de São Paulo e do Rio.
O que você paga, na verdade, é a hora em que as cataratas são só suas. Isso nenhum ingresso vende. É a diferença entre o caro e o luxo, em uma trilha que fica a dois minutos do seu quarto. A energia desse lugar é absurda.
As cataratas sem fila, do voo ao roteiro
Sua Lifestyle Manager cuida da reserva, do voo até Foz e do traslado ao parque, e já deixa a trilha do nascer do sol combinada para o seu primeiro dia.

